Viemos do pó e ao pó retornaremos.

voltara-ao-po“Disse ainda comigo: é por causa dos filhos dos homens, para que Deus os prove, e eles vejam que são em si mesmos como os animais. Porque o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade. Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão.”. (Ec.3:18-20).

Para o secularista a morte é a realidade mais cruel que coloca fim a existência humana. Contudo, apesar de a morte representar o fim para aquele cuja única orientação é esta vida não podemos negar que ela causa dor e pesar até para o crente.

Ao refletir sobre esse tema, o Sábio declara que até mesmo a morte é “formosa no seu devido tempo” e que também faz parte da provisão de Deus.

A morte serve também para meditarmos que somos de fato criaturas e não o Criador. Comparados aos animais na nossa ganância e mortalidade, assim sendo, seria prudente discernirmos esse fato. Quando entregamos aos nossos próprios empreendimentos provavelmente ignoramos nossa natureza pecaminosa. Entretanto, Deus é misericordioso em nos levar a meditar e lembrar quem de fato somos.

Esse texto não trata do nosso estado eterno após a morte (céu ou inferno) ele não trabalha a idéia de que morreremos, mas como é que o orgulhoso morre. Se nem nossa carne é melhor do que a dos animais por que, então, seríamos orgulhosos?

Se nossa crença se limita apenas à natureza que temos observado e é isso que o Sábio Salomão está levando que o secularista fazer, então somos, verdadeiramente, forçados a concluir que não somos melhores do que os animais. Eles morrem e nós os humanos também morremos. Seus corpos com o tempo se decompõem e os nossos da mesma maneira. Eles voltam ao pó e nós também. Esse é o fim de todos os seres viventes inclusive o homem que é considerado a coroa da criação e “nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais”. No entanto, para o que serve a Deus há uma esperança maior: Jesus!

Por Lindomar J. S - Teólogo

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