Justiça Divina!

justica-divina“Vi ainda debaixo do sol que no lugar do juízo reinava a maldade e no lugar da justiça, maldade ainda. Então, disse comigo: Deus julgará o justo e o perverso; pois há tempo para todo propósito e para toda obra.”. (Ec.3:16-17).

Quantas pessoas que quando são vítimas da injustiça chegam ao ponto de blasfemarem contra Deus dizendo: “Se Deus importasse comigo não me deixaria ser tão injustiçado assim”.

Entretanto, desde a queda do homem não há justiça entre os homens, vemos uma tentativa de iludir as pessoas que de que existe justiça entre nós. E ainda muitos querem comprovar uma afirmação do deísmo, no sentido de que Deus estivesse desinteressado do destino do homem. Contudo, não é assim que a Escritura nos revela (II Pe.3:9; Rm.2:6 e Ec.12:13,14).

Provavelmente você passou, está passando ou até mesmo poderá passar por algum tipo de injustiça, todavia uma coisa é certa: “A vingança pertence ao Senhor”. Mesmo que sofrendo nós sob injustiça dos homens, podemos confiar que, no final, Deus nos fará justiça.

O Sábio usa várias vezes a expressão “há tempo para todo propósito”, creio com a finalidade de nos inculcar que Deus é soberano e está no controle de todas as coisas e é Ele quem cuida de nós e que de fato julgará a nossa causa. Não há nada que seja encoberto aos seus olhos.

Eu preciso entender que, ainda que o ímpio, que o perverso, que o homem sanguinário atravesse o meu caminho com seu veneno destruidor, eu tenho um Deus que julga a minha causa e que para Ele o ímpio e como a palha que vento vem e dispersa para longe e de nada aproveita.

Está sentido injustiçado? Alguém te humilhou? Foi traído por alguém que dizia amigo e justo? Está triste por esse momento de decepção? Então deixe o Espírito Santo ministrar uma coisa no seu coração: Deus julgará o justo e o perverso, o crente e o incrédulo, assim sendo, não tenham vergonha de sofrer por Cristo e nem pela causa do evangelho, pois Deus trará juízo todas às coisas. “Bem aventurado o que é humilhado, porque um dia será exaltado”.

Por Lindomar J. S. - Teólogo

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